terça-feira, 9 de fevereiro de 2010


"Cada pessoa que passa em nossa vida, passa sozinha, é porque cada pessoa é única e nenhuma substitui a outra! Cada pessoa que passa em nossa vida passa sozinha e não nos deixa só porque deixa um pouco de si e leva um pouquinho de nós. Essa é a mais bela responsabilidade da vida e a prova de que as pessoas não se encontram por acaso."
Charles Chaplin


terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Persistência

Ham Ham Ham.... Consegui.

Não descanso enquanto não termino uma obra.

Obras na casa

Bom, como podem perceber estou editando o novo template dessa birosca aqui, mas a "sidebar" insiste em cair lá pra baixo, mesmo eu editando as margens e espaços que, supostamente, deveriam colocá-la no lugar certo. Bom, como vocês também perceberam, eu não obtive sucesso, mas, mesmo em obras, o espaço vai continuar aberto. A gente puxa umas cadeiras pro canto, empurra algumas caixas para outro, mas a conversa e o serviço não podem parar. Portanto, acomodem-se, peçam um chá, café ou o que for de agrado e não deixem de me visitar. Assim que as obras na birosca terminarem, certamente será um lugar mais agradável para se ler e conversar.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Ponto de vista

Será que algum dia, os olhos que me olham com tamanha freqüência, irão passar a me admirar da mesma forma que admiro quem me olha com os olhos que apenas me olham? Será que os olhos daqueles que me admiram vêem um eu diferente dos olhos que apenas me olham?
Precisaria o mundo de óculos para enxergar a mim de forma condizente com quem sou, ou os olhos que me olham somente é que carecem de boas lentes para me ver?
Tudo isso não passa de um ponto de vista, afinal, as lentes com as quais vejo e admiro o mundo são diferentes das lentes as quais você usa para ler esse post.

Ajuda em dólar.

Falando em Haiti, li uma coisa no Casa101 que copio aqui:

A dívida externa do Haiti é de quase US$ 1 bilhão. Se os países ricos estivessem mesmo interessados em reconstruir anação haitiana, poderiam muito bem começar cancelando essa dívida que tem suas raízes no racismo, na exploração e no colonialismo, como recorda Eduardo Galeano:

"A bandeira dos homens livres levantou-se sobre as ruínas. A terra haitiana fora devastada pela monocultura do açúcar e arrasada pelas calamidades da guerra contra a França, e um terço da população havia caído no combate. Então começou o bloqueio. A nação recém nascida foi condenada à solidão. Ninguém comprava do Haiti, ninguém vendia, ninguém reconhecia a nova nação. (…)
Os Estados Unidos reconheceram o Haiti apenas sessenta anos depois do fim da guerra de independência, enquanto Etienne Serres, um gênio francês da anatomia, descobria em Paris que os negros são primitivos porque têm pouca distância entre o umbigo e o pênis. A essa altura, o Haiti já estava em mãos de ditaduras militares carniceiras, que destinavam os famélicos recursos do país ao pagamento da dívida francesa. A Europa havia imposto ao Haiti a obrigação de pagar à França uma indenização gigantesca, a modo de perda por haver cometido o delito da dignidade.
A história do assédio contra o Haiti, que nos nossos dias tem dimensões de tragédia, é também uma história do racismo na civilização ocidental."

Assine a petição: pelo cancelamento da dívida haitiana, e para que a reconstrução do país não aconteça à custa de dívidas ainda maiores.